13.06.2016   |   Alemanha

Seccionar as placas de forma ergonómica e eficiente

Com a combinação de serra/armazém, um colaborador na Popp GmbH & Co. KG consegue tratar de todo o corte. E com toda a comodidade!

"Atingimos todos os nossos objectivos de investimento: Sem andarmos todos dobrados, sem nos matarmos a trabalhar e sem continuar à procura. O que antigamente implicava dois homens em oito horas, é agora conseguido por um em apenas sete horas. Além disso, a célula trata de todos os nossos materiais. Os restos não representam um problema porque, enquanto fabricantes em série, conseguimos seccionar por completo todas as placas."

Frank Geppert, administrador da Popp GmbH & Co. KG

"Aqui já ninguém anda dobrado"

Não importa o que é preciso cortar, quer seja uma placa ou cem placas decorativas iguais, quer placas de espuma rígida ou apenas dois laminados HPL, uma célula de serra e armazém da Holzma e da Homag Automation permite que um só homem trate de tudo isso na Popp. Não tem de se dobrar nem de transportar objectos.

Na Popp, em Forchheim, é com facilidade que Clemens Simon lida sozinho com duas placas ao mesmo tempo na serra, MDF, 22 mm de espessura, 4100 x 2800 mm. Em séries maiores, chega a cortar conjuntos de cinco ou seis placas com espessuras de até 115 mm. O programa permite que a "HPP 530 profiLine" da Holzma seccione o conjunto primeiro em quatro ou cinco tiras de 4100 mm de comprimento e talvez 300 a 500 mm de largura.

A carpintaria Popp fornece produtos de série e produções únicas em empresas industriais, mas também em universidades, câmaras, lares de idosos e clientes particulares. Entre os pontos fortes, contam-se produtos de série de madeira e materiais de alta tecnologia para equipamentos médicos. Além disso, a Popp é especialista em fresagem 3D. Hoje em dia, Frank e Sonja Geppert gerem a empresa fundada pelo seu bisavô em 1905. O mestre carpinteiro desenvolveu a empresa até chegar a fornecedor da indústria. A empresa, que emprega 60 colaboradores, mudou-se há dois anos para uma nova propriedade de 6000 m² e produz a um nível tecnicamente muito elevado. Além da oficina de madeira, existe também uma instalação de produção de plásticos. 

Deslocar em vez de levantar

Com três, quatro golpes contra a orla do recipiente de resíduos, Clemens Simon tritura e elimina os restos de chanfraduras, puxa os pacotes de tiras totalmente para a frente, para as extensões montadas verticalmente em relação à linha de serragem. Isto não lhe parece particularmente difícil. A mesa da máquina e as extensões da mesa estão equipadas com uma grelha de bocais de ar rotativos. No local onde o conjunto de placas pressiona uma esfera para baixo, o ar flui para fora e é quase como se o conjunto flutuasse. Enquanto Clemens Simon corta à frente, o armazém de placas automático TLF 411 da Homag Automation trabalha em segundo plano, trazendo o material para o conjunto seguinte para a parte de trás da serra, para a mesa de pré-empilhamento. Quando a última tira for cortada e os restos de trás forem eliminados, Clemens Simon gira e empurra as tiras consecutivamente contra a régua angular e para a garra direita do empurrador de material.

De modo programado, a serra divide as tiras consoante o comprimento. Em cada ciclo, um conjunto de cortes prontos é deslocado para a mesa dianteira. Clemens Simon tem de os separar para os processamentos seguintes e distribuir por três pilhas. Também este trabalho é aparentemente simples para ele. A mesa com almofada antes da régua angular estende-se cerca de 4 m para a frente. Atrás, encontram-se plataformas elevatórias para as pilhas individuais. A placa superior está sempre automaticamente alguns milímetros abaixo do nível da mesa. Sem ter de levantar um único conjunto de placas, Clemens Simon consegue facilmente deslocá-lo para a pilha correspondente.

Agora, a célula interrompe a operação em série e consegue encaixar aqui uma produção especial. Para um dispositivo médico, é necessária uma construção tipo sanduiche de um núcleo de espuma rígida de excelente qualidade e plataformas HPL. Estes materiais também não representam dificuldades para o armazenamento e a serra.

"Todos os objectivos alcançados"

No final de 2013, antes de a carpintaria se mudar da vizinha Baiersdorf para Forchheim, os colaboradores precisavam de recorrer a um grande esforço físico para tratar do corte numa serra de tamanho semelhante ao da Homag. Na altura, como hoje em dia, a quantidade de placas a dividir era fornecida "just in time"; cerca de 30 placas por dia. Com a mudança, a família Geppert já não queria exigir que os seus colaboradores levantassem as placas e decidiu investir na célula de corte. Além da célula de serra e armazenamento, existem na nave quatro centros de processamento, uma máquina de colagem de orlas e uma máquina de aplicação de buchas, todas do Homag Group. Para Frank Geppert, o investimento valeu a pena: "Atingimos todos os nossos objectivos de investimento: Sem andarmos todos dobrados, sem nos matarmos a trabalhar e sem continuar à procura. O que antigamente implicava dois homens em oito horas, é agora conseguido por um em apenas sete horas. Além disso, a célula trata de todos os nossos materiais. Os restos não representam um problema porque, enquanto fabricantes em série, conseguimos seccionar por completo todas as placas."

Publicado na DDS, Janeiro de 2016. A Holzma agradece ao redactor responsável, Georg Molinski. Agradecemos também ao nosso cliente, a Popp GmbH & Co. KG.
Direitos de imagem: DDS/Georg Molinski

Voltar para a lista